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    <title>Geocábula</title>
    <link>http://metododirecto.pt/geopor/mod/glossary/view.php?g=2</link>
    <description> Perguntas e respostas frequentes. Clique em &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Adicionar termo&lt;/span&gt; para inserir uma nova entrada na Geocábula.&lt;br /&gt;</description>
    <generator>Moodle</generator>
    <copyright>&amp;#169; 2008 Geopor - Ciências da Terra na Internet</copyright>
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      <title>moodle</title>
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    <item>
      <title>Gostaria de saber a diferença entre lexiviação e eluviação</title>
      <link>http://metododirecto.pt/geopor/mod/glossary/showentry.php?courseid=1&amp;eid=48</link>
      <pubDate>Wed, 01 Oct 2008 00:58:37 CEST</pubDate>
      <description>por Geopor  . &amp;nbsp;&lt;p&gt;Fernanda&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;
  Contribuição 1
&lt;/h2&gt;&lt;a href=&quot;http://www.dct.fct.unl.pt/GGeo/GG1397-1435.html#1429&quot;
target=
&quot;_blank&quot;&gt;http://www.dct.fct.unl.pt/GGeo/GG1397-1435.html#1429&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;

&lt;br /&gt;
1426-Eluviação&lt;br /&gt;
Quando as rochas sofrem acções de meteorização, alguns dos
componentes alteram-se e são arrastados pelas águas pluviais
infiltradas. Os materiais residuais constituem os eluviões; ao
fenómeno que os origina dá-se o nome de eluviação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=============&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
meteorização (substantivo feminino): acto ou efeito de meteorizar
ou meteorizar-se; o m. q. meteorismo, intemperismo (De
meteorizar+-ção);&lt;br /&gt;
(GEOLOGIA)&lt;br /&gt;
conjunto de processos que provocam a desintegração e a decomposição
das rochas e dos minerais, em virtude da acção dos agentes
atmosféricos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
lixiviação (substantivo feminino) acto ou operação de lixiviar;
separação dos princípios solúveis contidos em certas substâncias,
por meio de lavagem; (De lixiviar+-ção)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
============&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em resumo, e salvo melhor opinião:&lt;br /&gt;
Eluviação é erosão meteórica (agentes atmosféricos). Lixiviação é
erosão química por meio de lavagem (não necessariamente pela
chuva).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo Legoinha&lt;br /&gt;
Univ. Nova de Lisboa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;
  Contribuição 2
&lt;/h2&gt;Escribo en español, pues no sé en portugués &lt;img alt=&quot;triste&quot;
width=&quot;15&quot; height=&quot;15&quot; src=
&quot;http://metododirecto.pt/geopor/theme/geopor/pix/s/sad.gif&quot; /&gt;&lt;br /&gt;

&lt;br /&gt;
En español se utiliza eluviación (parecido a Eluviação) para
indicar que un material dentro de un suelo es removilizado hacia
otro horizonte. Por ejemplo, en los suelos llamados Podzoles, se
origina un horizonte A por eluviación hacia el horizonte B (que se
llama &quot;de iluviación&quot;); el A perdería material que se acumula en el
B.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coincide en español la definición de lixiviación (parecido a
Lixiviação) como erosión química, si bien cuando se aplica a un
suelo, solemos usarlo para indicar que el material lixiviado ha
salido fuera del suelo (hacia aguas de superficiales o
subterráneas).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espero que mi español se entienda sin problemas por todos los
integrantes de la lista. Como lengua latina, yo entiendo
perfectamente el portugués, aunque no sé escribirlo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Miguel V. Pardo Alonso&lt;br /&gt;
Universitat de València (Espanha)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <guid isPermaLink="true">http://metododirecto.pt/geopor/mod/glossary/showentry.php?courseid=1&amp;eid=48</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Gostaria de saber o que são tilitos e varvas. Também gostava de saber a que correspondem olistrostomas e olistolitos.</title>
      <link>http://metododirecto.pt/geopor/mod/glossary/showentry.php?courseid=1&amp;eid=47</link>

<enclosure url='http://www.geology.iastate.edu/new_100/glossary.html' type='text/html' />

<enclosure url='http://www.geog.ouc.bc.ca/physgeog/physgeoglos/glossary.html' type='text/html' />

<enclosure url='http://main.amu.edu.pl/~sgp/gw/gw1.htm' type='text/html' />
      <pubDate>Wed, 01 Oct 2008 00:57:38 CEST</pubDate>
      <description>por Geopor  . &amp;nbsp;&lt;p&gt;&lt;h2&gt;
  Contribuição 1
&lt;/h2&gt;Tilitos - rocha sedimentar formada pela compactação e
cimentação de TILL. Este é geralmente composto por material não
estratificado depositado directamente por gelo glacial. O TILL
apresenta uma granoclassificação pobre, com material variando de
argila a calhaus. Os clastos são angulares por não serem sujeitos a
importante transporte por massas de água.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Varvas - depósitos em bandas alternadas de diferente cor e/ou
textura, resultantes de sedimentação cíclica. Estes desenvolvem-se
preferencialmente no fundo de lagos de água doce e fria, para onde
ribeiras e rios desaguam intermitentemente. São raramente
encontrados em água salgada ou salobra. Caso a laminação alternada
resulte de ciclos sazonais ao longo de períodos de 1 ano, estes
depósitos poderão ser usados como meio de datação, chamando-se
entao VARVAS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tiago Alves (talves@fs1.ge.man.ac.uk)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;
  Contribuição 2
&lt;/h2&gt;Vão aqui moradas electrónicas de glossários de geologia e
geomorfologia que podem ajudar a algumas questões:&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.geology.iastate.edu/new_100/glossary.html&quot;
target=
&quot;_blank&quot;&gt;http://www.geology.iastate.edu/new_100/glossary.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;

&lt;a href=&quot;http://www.geologylink.com/glossary/&quot; target=
&quot;_blank&quot;&gt;http://www.geologylink.com/glossary/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=
&quot;http://www.geog.ouc.bc.ca/physgeog/physgeoglos/glossary.html&quot;
target=
&quot;_blank&quot;&gt;http://www.geog.ouc.bc.ca/physgeog/physgeoglos/glossary.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;

&lt;a href=&quot;http://main.amu.edu.pl/~sgp/gw/gw1.htm&quot; target=
&quot;_blank&quot;&gt;http://main.amu.edu.pl/~sgp/gw/gw1.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isabelle Sacramento Grilo (isacrame@sciences.sdsu.edu)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;
  Contribuição 3
&lt;/h2&gt;Tilitos são rochas sedimentares de origem glaciar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Varvas são depósitos sedimentares finos, ritmicos. São constituídas
por uma alternância ritmica de níveis sedimentares mais escuros e
mais claros. A cor está relacionada com o teor em matéria orgânica,
tornando-se mais escura quanto maior for o teor em matéria
orgânica. Esta alternância reflecte a sazonalidade Verão (níveis
mais claros) / Inverno (níveis mais escuros).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olistostromas (e não olistrostomas) são grandes massas de material
caótico incluidas em unidades liticas mais modernas, por acção
tectónica ou gravitica. Por ex. olistostromas do
Guadalquivir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olistolitos são blocos de grandes dimensões de rochas mais antigas
incluídos em (ou caídos no seio de) rochas mais modernas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo Legoinha (pal@mail.fct.unl.pt)&lt;/p&gt;</description>
      <guid isPermaLink="true">http://metododirecto.pt/geopor/mod/glossary/showentry.php?courseid=1&amp;eid=47</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Gostaria de saber como é feita a detecção dos sismos e que me enviassem material suficiente para a realização de cartazes sobre este tema: detecção de sismos.</title>
      <link>http://metododirecto.pt/geopor/mod/glossary/showentry.php?courseid=1&amp;eid=46</link>

<enclosure url='http://www.seismo.com/msop/msop79/msop.html' type='text/html' />

<enclosure url='http://seismicnet.com' type='text/plain' />
      <pubDate>Wed, 01 Oct 2008 00:56:01 CEST</pubDate>
      <description>por Geopor  . &amp;nbsp;&lt;p&gt;Infelizmente a pergunta é demasiado vaga. Os sismos são detectados
por instrumentos - os sismografos - que consistem essencialmente em
massas inerciais cujos movimentos são amplificados, amortecidos e
registados (num sismograma). O ficheiro SISMOMETRIA.DOC, é um
resumo da introdução à sismometria que dou na cadeira de Geofísica
em Coimbra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O melhor lugar para encontrar este tipo de informacao é, claro, a
Net. Encontram-se dados muito aprofundados no site &lt;a href=
&quot;http://www.seismo.com/msop/msop79/msop.html&quot; target=
&quot;_blank&quot;&gt;http://www.seismo.com/msop/msop79/msop.html&lt;/a&gt; que contém
o &quot;Manual of Seismological Observatory Practice&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro site interessante é o da Public Seismic Network, &lt;a href=
&quot;http://seismicnet.com&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://seismicnet.com&lt;/a&gt;,
destinado a sismólogos amadores. É verdade: há uma grande rede de
pessoas, a maioria das quais nos EUA, mas também na Europa, que
operam sismógrafos &quot;na garagem&quot;. Que tal se começasse a haver
também em Portugal? Contem comigo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ivo Alves livo@ci.uc.pt&lt;/p&gt;</description>
      <guid isPermaLink="true">http://metododirecto.pt/geopor/mod/glossary/showentry.php?courseid=1&amp;eid=46</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Gostaria de saber quais as orogenias mais importantes que ocorreram no nosso planeta, bem como as respectivas datações segundo a escala geocronológica. Quais as que, em Portugal, deram origem às cadeias montanhosas existentes?</title>
      <link>http://metododirecto.pt/geopor/mod/glossary/showentry.php?courseid=1&amp;eid=45</link>
      <pubDate>Wed, 01 Oct 2008 00:54:54 CEST</pubDate>
      <description>por Geopor  . &amp;nbsp;&lt;p&gt;Envio, na parte final da mensagem, a equivalência com as fases
orogénicas europeias. Receio que haja alguma desformatação no
e-mail; o melhor é consultar, mais tarde, na &lt;a class=&quot;autolink&quot; title=&quot;Geocábula&quot; href=&quot;http://metododirecto.pt/geopor/mod/glossary/view.php?id=35&quot; &gt;Geocábula&lt;/a&gt; do
Geopor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cumprimentos,&lt;br /&gt;
Paulo Legoinha - Ciências da Terra (FCT, UNL)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;

Isabelle Sacramento Grilo:&lt;br /&gt;
Em resposta à pergunta de Maria Adelaide Cardoso de 7 de Junho,
posso tentar satisfazer só a primeira parte da sua pergunta e
especialmente no que diz repeito à tectónica da América do Norte
(que tem sido relativamente bem estudada):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
America do Norte - Oeste:&lt;br /&gt;
- Orogenia Antler - Late Devonian/Early Mississippian&lt;br /&gt;
- Orogenia Sonoman - Permian/Triassic&lt;br /&gt;
- Orogenia Nevadan - Jurassic&lt;br /&gt;
- Orogenia Sevier - Cretaceous&lt;br /&gt;
- Orogenia Laramide - Late Cretaceous/Early Tertiary&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
America do Norte - Leste/Sul:&lt;br /&gt;
- Orogenia de &quot;colisoes&quot; - Archean (até 2,5 Ga)&lt;br /&gt;
- Orogenia Grenville - Proterozoic (1,2 - 1,0 Ga)&lt;br /&gt;
- Orogenia Taconic - Ordovician&lt;br /&gt;
- Orogenia Acadian/Caledonian - Silurian/Devonian&lt;br /&gt;
- Orogenia Alleghenian/Hercynian - Carboniferous&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fico à disposição se precisar de mais informações, visto que estas
são muito resumidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cumprimentos tectonicos,&lt;br /&gt;
Dept. Geological Sciences&lt;br /&gt;
San Diego State University - California - USA&lt;br /&gt;
&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;

OROGENIAS:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
América do Norte - Oeste&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Europa&lt;br /&gt;
Antler-Late Devonian/Early Mississippian Bretã (ciclo
hercínico)&lt;br /&gt;
Sonoman-Permian/Triassic Palatina (ciclo hercínico)&lt;br /&gt;
Nevadan- Jurassic Neocimerica (ciclo alpino)&lt;br /&gt;
Sevier- Cretaceous Austriaca (ciclo alpino)&lt;br /&gt;
Laramide- Late Cretaceous/Early Tertiary Laramida&lt;br /&gt;
Pirenaica [Eocen-Oligoc.]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
América do Norte - Leste/Sul&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Orog. de &quot;colisões&quot;-Archean (até2,5 Ga)&lt;br /&gt;
Greenville-Proterozoic(1,2 - 1,0 Ga)&lt;br /&gt;
Pan-africana (fim do Proteroz.)&lt;br /&gt;
Assíntica (Limite Proter.-Cambr.&lt;br /&gt;
Taconic-Ordovician Tacónica (ciclo caledónico)&lt;br /&gt;
Acadian/Caledonian-Silurian/Devonian Ardénica (ciclo
caledónico)&lt;br /&gt;
(ciclo hercínico)&lt;br /&gt;
Bretã&lt;br /&gt;
Alleghenian/Hercynian-Carboniferous Sudética-Carbon.inf. a
med.&lt;br /&gt;
Saalica-Limite Carbon./Pérmico&lt;br /&gt;
Palatina - Final do Pérmico&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <guid isPermaLink="true">http://metododirecto.pt/geopor/mod/glossary/showentry.php?courseid=1&amp;eid=45</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Segundo alguns livros, um maremoto é o mesmo que um &quot;tsunami&quot; ou &quot;rés de maré&quot;. Creio que um maremoto é um sismo cujo epicentro se localiza no mar e que, isso sim, pode provocar um &quot;tsunami&quot; ou rés de maré. Poderão esclarecer-me?</title>
      <link>http://metododirecto.pt/geopor/mod/glossary/showentry.php?courseid=1&amp;eid=44</link>
      <pubDate>Wed, 01 Oct 2008 00:53:37 CEST</pubDate>
      <description>por Geopor  . &amp;nbsp;&lt;p&gt;Maremoto é o mesmo fenómeno que &quot;tsunami&quot;. Tsunami é uma palavra de
origem japonesa.&lt;br /&gt;
Um maremoto (ou tsunami) é provocado por um sismo cujo epicentro se
localiza no mar. Não é um sismo. É uma consequência de um sismo
(submarino).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui vão as definições pertinentes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sismo&lt;br /&gt;
s. m. tremor de terra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
maremoto&lt;br /&gt;
s. m.(geog.) grande agitação das águas maritimas por vibrações
sísmicas, erupções vulcânicas submarinas ou fenómenos de abatimento
do fundo, que originam ondas solitárias; invasão da costa e do
litoral pela onda solitária devastadora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
epicentro&lt;br /&gt;
s. m. (geog.) região da superfície terrestre, por cima do
hipocentro, onde é máxima a intensidade de um abalo sísmico e onde
este atingiu em primeiro lugar a superfície do solo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
hipocentro&lt;br /&gt;
s. m. região do interior da Terra onde se origina um sismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tsunami&lt;br /&gt;
s. m. (geog.) palavra japonesa que designa vaga alterosa provocada
por um tremor de terra submarino, por uma erupção vulcânica ou por
um tufão; maremoto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
--------------------&lt;br /&gt;
tsu·na·mi&lt;br /&gt;
Pronunciation: (t)su-'nä-mE&lt;br /&gt;
Function: noun&lt;br /&gt;
Inflected Form(s): plural tsunamis also tsunami&lt;br /&gt;
Etymology: Japanese, from &quot;tsu&quot;= harbor + &quot;nami&quot; wave&lt;br /&gt;
Date: 1897&lt;br /&gt;
: a great sea wave produced by submarine earth movement or volcanic
eruption : TIDAL WAVE&lt;br /&gt;
- tsu·na·mic /-mik/ adjective&lt;br /&gt;
---------------------&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo Legoinha pal@mail.fct.unl.pt&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <guid isPermaLink="true">http://metododirecto.pt/geopor/mod/glossary/showentry.php?courseid=1&amp;eid=44</guid>
    </item>
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